Na manhã desta terça-feira (22), a reportagem da Inter TV Cabugi esteve no local e flagrou cinco ambulâncias paradas do lado de fora da unidade, por estarem com as macas retidas no hospital. Sem se identificar, um motorista disse que a ambulância chegou a ficar sem funcionar quase quatro horas.
“Estou vendo a hora morrer e ninguém me ajudar em nada”, disse dona Cleonice da Silva, de 57 anos, que está há 20 dias em uma maca no corredor do maior hospital público do Rio Grande do Norte. Ela deu entrada no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel depois que caiu e fraturou o fêmur. a unidade hospitalar tem capacidade para receber 270 pacientes e abriga atualmente 390. Destes, 120 estão em macas, muitas delas espalhadas pelos corredores do hospi
“Estou vendo a hora morrer e ninguém me ajudar em nada”, disse dona Cleonice da Silva, de 57 anos, que está há 20 dias em uma maca no corredor do maior hospital público do Rio Grande do Norte. Ela deu entrada no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel depois que caiu e fraturou o fêmur. a unidade hospitalar tem capacidade para receber 270 pacientes e abriga atualmente 390. Destes, 120 estão em macas, muitas delas espalhadas pelos corredores do hospital.
Com 91 anos, dona Severina, do município de Passa e Fica, chegou ao Walfredo Gurgel com o fêmur quebrado, e aguarda em uma uma maca no corredor por uma cIrurgia. A neta dela, Gerlândia Santos, fala que a avó tem passado por dificuldades. “Sempre ela reclama de dor. É difícil, não tem conforto nenhum pra ela, não tem espaço”, lamentou.
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